Definição

Podem   ser   classificados   em    benignos   e   malignos;    primários   ou    secundários.  Mas   não necessariamente  originam  do  cérebro.  Alguns  casos  podem  ter  origem  em  vasos  sangüíneos, nervos, meninges ( envoltórios  que  protegem o cérebro ) e do próprio tecido cerebral; sendo esses chamados de primários. Os secundários são aqueles que provêm de outros tumores, dando o que se chama de metástase e tumores de outros locais próximos ao crânio, que o invadem.

Muitas são as manifestações dessas lesões, sendo o déficit neurológico, manifestado  por  deficiência motora ou de sensibilidade  respondendo  por 68%  dessas  queixas,  seguido  por dor  de cabeça e crises convulsivas.


Diagnóstico

Para diagnosticar tumores cerebrais, a medicina conta com um grande arsenal tecnológico, além do exame neurológico que deve ser realizado pelo neurocirurgião ou neurologista.

 O exame de ressonância magnética é o mais utilizado para diagnosticar essas lesões que progressivamente vai incorporando técnicas, com o objetivo de tentar se aproximar ao máximo do diagnóstico específico; ou seja, tentando avaliar o tipo de tumor cerebral antes do estudo histopatológico. Dentre essas técnicas podemos citar a espectroscopia ,de prótons (imagem abaixo) e as seqüências de imagem.






Muito utilizada também é a tomografia computadorizada, que muitas vezes complementa o estudo, com dados que diferem da ressonância magnética. Demais exames como raio-x simples, arteriografia cerebral e outros; complementam os dois iniciais mais utilizados, em situações próprias.

Mais recentemente o petscan está sendo utilizado, principalmante, na tentativa de verificar a ocorrência de recidivas tumorais.

Esses métodos citatos foram os que através da imagem, evidenciam a presença de tumores cerebrais, sendo que para o diagnóstico específico das lesões, a biópsia complementa o estudo. 


Tratamentos 

O objetivo do tratamento de qualquer doença é a cura. Nos tumores cerebrais não é diferente.

O primeiro passo nesse sentido é tentar fazer um diagnóstico preciso da lesão e a partir daí, tentar estabelecer uma conduta que, se não há a possibilidade da cura, concentram-se os esforços no controle da doença, minimizando suas conseqüências.

O diagnóstico se faz, principalmente, através de procedimentos cirúrgicos, que em muitos casos também é o tratamento definitivo do tumor. Em outros tantos casos, somente a biópsia da lesão é possível e muitas vezes, suficiente para a seqüência do tratamento.

Associado a cirurgia, existem outras formas de tratamento, como a radioterapia, incluindo a radiocirurgia; quimioterapia e terapia genética. Todas essas formas de tratamento seguem critérios direcionados, podendo ser efetuados isoladamente ou em conjunto.

Os oncologistas e radioterapêutas têm um importante papel na condução do tratamento dos tumores cerebrais, visto que a união dos profissionais tenta sempre convergir num único sentido: a cura

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