Dentre importantes causas de seqüelas visuais permanentes, diminuição da libido e dificuldade de engravidar; estão os tumores da região selar. Dentre esses surgem como os mais comuns os adenomas hipofisários, sendo tumores benignos, possuindo várias causas, como os tipos produtores de prolactina - prolactinomas - os ditos não funcionantes e outros menos comuns, como os produtores de GH - hormônio do crescimento - e outros hormônios.

Vários tratamentos têm sido desenvolvidos ao longo dos anos, na tentativa de evitar um procedimento cirúrgico, mas por outro lado as técnicas operatórias, cada vez mais, criam mecanismos de remoção de toda lesão visível, através dos métodos de imagem. Diante dessas evoluções nessas duas modalidades de tratamentos, o controle e até a cura desses adenomas hipofisários é cada vez mais comum.

Mais recentemente, a técnica neuroendoscópica, através do nariz, ganhou destaque nessa evolução (imagem abaixo). Com essa técnica se chega a locais onde anteriormente era de difícil acesso e conseqüentemente visualização; proporcionando assim um maior grau de ressecabiliade cirúrgica desses tumores. O método neuroendoscópico, amplia a capacidade do objetivo maior, que é a cura e/ou o controle da doença.









Toda essa evolução cirúrgica necessita de acompanhamento de um médico(a) endocrinologista, pois além da correção do hormônio envolvido diretamente com o tumor, podem haver alterações hormonais de outra parte funcionante da hipófise, como o estímulo a produção dos hormônios tireoidianos.

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Adenomas da Hipófise